Grama Sintética da Arena da Baixada: Entenda o Caso do Estádio do Atlético-PR

Grama Sintética da Arena da Baixada: Entenda o Caso do Estádio do Atlético-PR

O uso de grama sintética nos campos de futebol profissional tem encontrado muita resistência por parte do mundo do esporte. Muito por conta do tradicionalismo, mas também por outros motivos. Mesmo assim, a grama sintética é cada vez mais aceita e usada.

No caso brasileiro, a polêmica predominou na discussão sobre o assunto. No início de 2017, o conselho técnico da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) decidiu, de maneira controversa, banir os estádios com grama sintética do Campeonato Brasileiro.

A medida, que em teoria começa a valer em 2018, teve como principal autor o cartola vascaíno Eurico Miranda. Para defender o seu ponto, Eurico argumentou que esse tipo de piso é prejudicial para os atletas, que correriam um risco maior de lesão — argumento já refutado por especialistas.

Na realidade, o motivo por trás do veto à grama artificial tem origem na campanha do único clube brasileiro que já aderiu ao modelo: o Atlético Paranaense, dono da Arena da Baixada, um dos estádios mais modernos do país.

Atlético imbatível na Grama Sintética

O ano de 2016 foi mágico para muitos atleticanos. O clube curitibano teve o melhor desempenho como mandante dentre todos os 20 times da primeira divisão brasileira. Em 19 partidas em seu estádio, aproveitamento próximo dos 84% — apenas duas derrotas, só seis gols sofridos.

Para os detratores, o motivo da grande jornada do Atlético no torneio nacional era, justamente, a grama sintética da Arena da Baixada. Na visão de dirigentes atrasados, como Eurico Miranda, se o Furacão (apelido do Atlético-PR) jogava tão bem assim em casa, era por conta do gramado.

A Grama Sintética na Arena da Baixada

Inaugurada em 1999, após reforma em que foi praticamente reconstruída do zero, a Arena da Baixada passou por altos e baixos com sua grama natural. Especialmente em 2014, quando recebeu partidas da Copa do Mundo, o gramado da Arena foi severamente criticado.

Para aplacar as críticas e melhorar as condições da sua casa, o Atlético instalou a grama artificial. Os motivos primordiais foram a baixa umidade da capital paranaense (dona de um clima severo e frio durante boa parte do ano) e a intenção de usar o campo noutros tipos de eventos. Por ser mais resistente, a grama sintética possui maiores condições de ser usada em shows, por exemplo.

Em março, a Arena da Baixada teve seu certificado Fifa Pro renovado. A autorização da autoridade máxima do futebol mundial funciona como o mais alto nível de certificação da qualidade de campos.

Veto à Grama Sintética não assusta

Muita água ainda deve rolar embaixo da ponte, como diz o ditado. Na assembleia em que Eurico e outros dirigentes vetaram a grama artificial para 2018, não só o Atlético-PR se manifestou contrário à medida.

Entre os contrários, o Palmeiras se sobressaiu. O clube alviverde estuda há algum tempo colocar a grama sintética em seu Allianz Parque. O motivo seria o grande número de shows que o estádio palmeirense recebe ao ano, que prejudica a qualidade da grama natural para os jogos do Palmeiras.

Mais novidades devem surgir até 2018 e novas discussões vão acontecer até lá. Enquanto o mundo todo assimila cada vez melhor a grama artificial no futebol profissional, o Brasil ainda enfrenta alguma resistência de velhas raposas do esporte.

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